Webinar de Estruturação para Setores de Carne Orgânica

14 de dezembro  14h30

Organizador: A Terra é a nossa profissão - FNAB Network e Interbev Bio Commission

Após o cancelamento da Feira “A Terra é o Nosso Trabalho”, a conferência planejada pela Comissão Orgânica da Interbev sobre a estruturação dos setores de carnes orgânicas será organizada em webinar. Esta videoconferência acontecerá na segunda-feira, 14 de dezembro, às 14h30.

Pode consultar o programa e se inscrever no seguinte link:


https://www.salonbio.fr/webinar-conference-structuration-des-filieres-viandes-bio/

 

As inscrições são obrigatórias e possíveis até 8 de dezembro. No ato da inscrição, o participante receberá um e-mail com o link de conexão.

Formação: Criar um Sistema Robusto de Forragem em Face das Mudanças Climáticas

10 de dezembro de 2020  9h-17h

Organizador: BIO BOURGOGNE

BIO BOURGOGNE está a organizar uma ação de formação de 3 dias, para apoiar os criadores na criação de um sistema de forragem mais robusto em face das mudanças climáticas.

 

Datas e locais:

  • Quinta-feira, 10 de dezembro de 2020 (9h00 às 17h00) em ambiente fechado (setor de Avallon)

  • Quinta-feira, 17 de dezembro de 2020 (9h-17h) na fazenda de um participante

  • Quinta-feira, 04 de março de 2021 (9h-17h) na fazenda de um participante

Objetivos:

 

Saber avaliar o potencial pedoclimático da quinta e saber adaptar a dimensão e gestão do meu sistema de criação;

 

Calcular o meu balanço de forragem todos os anos, saber como me adaptar a ele através do comportamento alimentar dos meus animais e questioná-lo através do manejo geral do meu sistema de forragem;

 

Otimizando a produção dos meus prados, tendo um bom conhecimento do seu funcionamento, adquirindo um olhar crítico sobre as minhas práticas e estabelecendo um plano de ação.

Para mais informações consulte aqui o site, ou contatar por email 

baptiste.cornette@biobourgogne.org

Estratégia do Prado ao Prato (FARM to FORK) e a nova PAC - Riscos e Oportunidades

Autor: Paulo Alves da Silva, Engº Biofísico pela Universidade de Évora

Percebendo-se que, no âmbito do cumprimento das metas da estratégia do Prado ao Prato, existe em Portugal, o risco de se considerar a Produção Integrada como equivalente à Agricultura Biológica e que Portugal se encontra a preparar o Programa da nova PAC, importa clarificar algumas questões, como seguidamente se apresentam.

Consulte aqui o documento.

PDR 2020 abre candidaturas a operação para investimento na Agricultura Biológica

A entidade gestora do PDR 2020 — Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020, informa que estão abertas candidaturas à Operação 3.2.1 – Investimento na Exploração Agrícola — Agricultura Biológica (22.º Anúncio), até ao dia 4 de Setembro de 2020.

Este apoio tem uma dotação orçamental total de 3 milhões de euros, para o território continental. As candidaturas apresentadas devem ter como objectivos reforçar a viabilidade das explorações agrícolas, promovendo a inovação, a formação, a capacitação organizacional e o redimensionamento das empresas; preservar e melhorar o ambiente, assegurando a compatibilidade dos investimentos com as normas ambientais e de higiene e segurança no trabalho; apoiar as explorações agrícolas com certificação e sob controlo em Modo de Produção Biológico (MPB), ou em período de conversão, nos sectores de investimento preconizados na candidatura.

Para mais informações consulte aqui o site PDR2020.

Sabe o que são bioregiões?

"O movimento das Bio-Regiões nasceu em Itália em 2004 e nos últimos anos passou as fronteiras do país, rondando hoje as 40 comunidades em todo o mundo. Em Portugal existem quatro Bio-Regiões: Idanha-a-Nova, Alto Tâmega, São Pedro do Sul e Margem Esquerda do Guadiana. O responsável da Rede Internacional das Bio-Regiões (International Network of Eco Regions – INNER) em Portugal, Custódio de Sousa Oliveira, explica que “uma bio-região é um acordo de gestão sustentável do território baseado na agricultura biológica”, envolvendo toda uma comunidade local."

Continue a ler artigo em https://www.vidarural.pt/destaques/sabe-o-que-sao-bioregioes/

Informação

Na sequência da evolução da pandemia provocada pelo novo Coronavírus (COVID-19), e devido às medidas excecionais decorrentes desta situação, informamos que até data a indicar, o serviço do CCBIO estará encerrado.

No entanto, continuaremos disponíveis através dos contactos abaixo indicados:

e-mail: geral@ccbio.pt

Telefone: 964263516

Agradecemos a V. colaboração e reforçamos a nossa disponibilidade para qualquer situação que seja necessária.

Conferência Comemorativa do Dia Mundial do Solo 2021 

“Manter o solo vivo e preservar a biodiversidade no solo"

Comemoração do Dia Mundial do Solo 2020 - 4 dez 2020 14:00

 

Link de acesso:

 https://us02web.zoom.us/j/84010802215

 

Organização: Parceria Portuguesa para o Solo

O Dia Mundial do Solo (WSD), 5 de dezembro é dedicado ao tema "Mantenha o solo vivo, proteja a biodiversidade do solo".

A biodiversidade do solo está sob pressão e a gestão sustentável do solo pode contribuir significativamente para a proteção da biodiversidade!

Para a comemoração deste Dia Mundial, a Parceria Portuguesa para o Solo irá realizar um webinar, no dia 4 de dezembro próximo, entre as 14h e as 16h

Neste encontro destacamos a presença de especialistas, representantes da produção e da instituição pública responsável pelo planeamento das políticas, que nos darão a conhecer a importância do tema nas diferentes perspetivas.

No encerramento contamos com a presença do Senhor Secretário de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural.

O Programa da Conferência será disponibilizado em breve.
 

Contamos com a vossa presença!

Mais informação será disponibilizada no site da Parceria em https://parceriaptsolo.dgadr.gov.pt/

III Sessão Pública da Estratégia Nacional para Agricultura Biológica – 27 de novembro

A Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural e a DRAP Alentejo promovem na próxima sexta-feira, dia 27 de novembro, pelas 14 horas, a “III Sessão Pública ENAB – PA”.

 

A sessão terá o formato online, através de videoconferência Zoom, e pretende apresentar ao público e à comunicação social o ponto de situação da Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica (ENAB) e da execução do respetivo Plano de Ação (PA).”

O evento contará com a presença da Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, assim do Diretor-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Diretor Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo e o Presidente da AGROBIO.

A Rede Rural transmite em direto esta sessão, através da sua página no facebook, podendo ser acompanhada aqui.

 

Para saber mais consulte o programa.

 

O artigo foi publicado originalmente em Rede Rural Nacional.

Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica
de Portugal 2020-2030


Contributo – Centros de Competências

Documento conjunto dos 18 Centros de Competências nacionais no âmbito da consulta pública à Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030.

Consulte aqui o documento.

Biodiversidade das terras agrícolas: o contributo da PAC não travou o declínio

De acordo com um novo relatório do Tribunal de Contas Europeu (TCE), a política agrícola comum (PAC) não foi capaz de inverter a perda de biodiversidade que se regista há décadas e a agricultura intensiva permanece um dos fatores determinantes deste declínio. O TCE detetou lacunas na estratégia de biodiversidade da UE para 2020 e na sua coordenação com a PAC. Além disso, o acompanhamento pela Comissão das despesas da PAC no domínio da biodiversidade não é fiável e, pela maior parte, o financiamento desta política tem pouco impacto positivo na biodiversidade. Alguns regimes da PAC têm mais potencial para melhorar a biodiversidade, mas a Comissão e os Estados-Membros favoreceram opções de baixo impacto.

Consulte aqui o relatório completo.

RRN lança plataforma on-line para a Agricultura de proximidade

O Ministério da Agricultura, em parceria com os seus organismos, com os Grupos de Ação Local e com os Municípios, criou uma plataforma, gerida pela Rede Rural Nacional, a partir da qual:

- qualquer produtor, de forma simples e rápida, poderá efetuar o seu registo para, posteriormente, anunciar os seus produtos e quais os cabazes disponíveis para encomenda/entrega (e condições associadas);

- qualquer consumidor, com conforto e segurança, poderá pesquisar por concelho e por produtos (biológicos ou não), identificando os produtores da sua região e encomendando os seus produtos.

Esta plataforma tem o propósito de contribuir para a agilização do escoamento de produtos agroalimentares locais, os quais assumem um papel fundamental na garantia de uma alimentação saudável e equilibrada.

As plataformas de lojas on-line existentes podem também aderir a esta plataforma, para divulgar produtores em circuitos curtos, que têm cabazes que vendem na exploração, ou que entregam, ou vendem em mercados locais.

Pode ceder à plataforma AQUI

CONTRIBUTOS DA ASSOCIAÇÃO CENTRO DE COMPETÊNCIAS DA AGRICULTURA BIOLÓGICA E DOS

PRODUTOS NO MODO DE PRODUÇÃO BIOLÓGICO PARA A
AGENDA DE INOVAÇÃO PARA A AGRICULTURA

Considerando que:
O Centro de Competências da Agricultura Biológica e dos Produtos no Modo de Produção Biológico
(CBBIO) constituído em 23 de fevereiro de 2017, reúne 35 parceiros a nível nacional, é focado na produção
e difusão de conhecimento científico e tecnológico que contribua para a robustez e a sustentabilidade do
sector quer através da inovação quer através da contribuição para a resolução de alguns
constrangimentos;
A Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica, de acordo com a Resolução do Conselho de Ministros
n.o 110/2017, publicada em Diário da República a 27 de julho de 2017, visa fomentar a expansão de
produção em modo de Produção Biológico nos setores da Agricultura, Pecuária e Aquicultura, aumentar
a oferta e desenvolver a procura de produtos agrícolas e agroalimentares biológicos, promover o
conhecimento técnico-científico e elevar o nível de competências sobre produção biológica e dinamizar a
inovação empresarial e a disponibilidade de informação sobre agricultura biológica;
O Plano de Ação para o Futuro da Produção Orgânica na União Europeia, apresentado em 23 de março
de 2014 em Bruxelas, para a concretização numa década, tem como grande desafio aumentar a área de
produção na União Europeia, sem colocar em risco a confiança dos consumidores nos princípios da
Agricultura certificada em Modo Biológico como sendo as preocupações com as práticas agrícolas
sustentáveis, com a segurança alimentar, com a saúde humana, com o ambiente e com o bem-estar
animal, por via da não utilização de OGM e de substancias químicas sintéticas em toda a cadeia de
produção.
A Associação CCBIO, cujos estatutos foram publicados no Portal da Justiça de 7 de julho de 2017, constituída com
o propósito do cumprimento do Plano de Acão do CCBIO e da Agenda de Investigação na Agricultura Biológica,
propõe com base nos referidos documentos, que a “Agenda de Inovação para a Agricultura” integre as seguintes
medidas:
1. Difusão de informação e capacitação para a importância da produção e consumo de produtos certificados
em Modo de Produção Biológico
Propõe-se a realização de campanhas multissetoriais dirigidas a produtores e consumidores, com base em
conhecimento técnico-científico, que contribua para que em Portugal se crie um ambiente de confiança para a
produção e consumo no Modo Biológico e que envolva todos os elos da fileira.
A referida campanha visa sensibilizar e responsabilizar futuros produtores e consumidores para a gestão da terra,
nomeadamente na importância do consumo de alimentos certificados em Modo de Produção Biológico, como
sinónimo de alimentos de seguros, com valor nutricional, cultural e patrimonial que promovem a utilização
eficiente dos recursos incluindo a melhoria do solo, biodiversidade, sequestro de carbono, retenção de água,
estabilidade e resiliência dos ecossistemas e funções de polinização.
Como exemplo concreto, a Assembleia Geral da ONU designa 2021 como o “Ano Internacional das Frutas e
Legumes”, sendo por isso um momento ideal para o arranque da campanha, visto que são produtos já fortemente

associados ao Modo de Produção Biológico, com o intuito de promover a produção e o consumo de frutas e
legumes certificados em Modo Biológico bem como os produtos resultantes da polinização, enquanto
impulsionadores de um clima de confiança.
2.Investigação que permita alargar a lista de produtos de proteção fitossanitária e profilaxia animal nas
produções certificadas em Modo Biológico
Um dos constrangimentos ao Modo de Produção Biológico é a proteção das produções contra o ataque de agentes
nocivos. Muito embora já estejam identificados um conjunto de meios preventivos nomeadamente técnicas
culturais que minimizam o ataque de agentes patogénicos, como o estabelecimento de diversidade cultural, com
recurso a plantas com diferentes suscetibilidades e a prática de rotações adequadas, a verdade é que perante a
manifestação de problemas fitossanitários, ou identificadas condições favoráveis à sua ocorrência, há que atuar.
Situação semelhante na saúde animal. Neste sentido sugere-se o apoio a linhas de investigação que permitam
alargar o leque de produtos disponíveis no mercado e cujas substâncias ativas venham a integrar a
regulamentação Europeia cumprindo com todos os requisitos inerentes à colocação de produtos no mercado,
quer fitofarmacêuticos, quer os utilizáveis na profilaxia animal.
A aplicação destes produtos deve ainda ser acompanhadas de tecnologias inteligentes, como seja a agricultura de
precisão.
3. Estruturação da rede de apoio técnico
Progressiva estruturação da rede de apoio técnico, envolvente das estruturas de formação (escolas, universidades
e outras entidades), do sistema científico e tecnológico nacional e dos produtores. Tal rede, contribuindo para a
criação/aumento da oferta de competências, deverá ter como desiderato o acompanhamento técnico ao
produtor individual. Neste contexto de apoio técnico ao produtor são também enquadráveis campos e
demonstração e estruturas que permitam a testagem e o desenvolvimento de novas técnicas e tecnologias de
produção/transformação.
Noutra perspetiva, a rede contribuirá para a criação de um ambiente mais favorável no domínio da investigação,
da promoção da inovação e do aumento da competitividade das produções em Modo de Produção Biológico.
4.Criação de medidas para eliminar o risco de contaminação por substâncias químicas sintéticas em explorações
Certificadas em Modo Biológico contiguas a explorações do modo convencional
Sugere-se a criação de uma linha de financiamento dirigida a produtores certificados em Modo Biológico para a
criação de corredores de segurança, com identificação prévia de medidas, que contribuam para a eliminação do
risco de contaminação por substâncias químicas sintéticas em explorações certificadas em Modo Biológico
contiguas a explorações do modo convencional, como sejam a utilização de bordaduras, sebes ou faixas de
compensação ecológica, ou outras que contribuam para o equilíbrio do ecossistema. As espécies vegetais a
considerar como elegíveis na medida de apoio deverão privilegiar a fauna auxiliar e os polinizadores,
nomeadamente a flora melífera.
Ainda na tentativa de eliminação dos riscos e contaminação, sugere-se a regulamentação de medidas, aplicáveis
à agricultura em modo convencional, em particular a designada por intensiva e super intensiva, que mitiguem os
efeitos nocivos quer para as produções em Modo de Produção Biológico, quer para os recursos utilizados, quer
para a biodiversidade.
5. Apoio à dinamização de Bio-Regiões
Sendo as Bio-regiões, territórios privilegiados para a dinamização da Agricultura Biológica, enquanto compromisso
para desenvolver uma estratégia conjunta com a participação de produtores, operadores turísticos e outros setores
empresariais, associações, escolas e o poder local, com o objetivo de criar novas oportunidades de promoção e
valorização dos produtos agrícolas locais certificados em Modo de Produção Biológico, assente em bases sustentáveis
de produção e de geração de valor, bem como o envolvimento consciente de toda a comunidade local, sugere-se o

apoio financeiro ao cumprimento dos Planos de Gestão com objectivos muito concretos e metas tangíveis, das
Bio-regiões criadas ou a serem criadas em Portugal.
Ainda neste âmbito, no quadro da regulamentação a estabelecer, enquadrar os critérios do quantitativo de
produções biológicas existente e dos elementos patrimoniais passíveis de colocação em exploração de forma
sustentável.
6. No quadro das novas politicas e dos seus instrumentos, além da consideração no âmbito do novo programa
de desenvolvimento rural, de medidas para a valorização das produções biológicas, pugnar para que estas
também estejam contidas em diferentes formas (incentivo à produção, incremento de mercado, promoção da

confiança do consumidor) nos programas de desenvolvimento de abordagem territorial. Neste contexto sugere-
se por exemplo a definição de medidas concretas para o apoio à instalação de novos produtores e em particular

de jovens agricultores, com capacidade de produção de bens transacionáveis.
Sugere-se também o apoio a medidas efectivas de reforço do posicionamento dos produtos nos vários mercados,
com enfase nos produtos com capacidade de exportação, reforçando a competitividade da Agricultura Biológica
nacional a nível internacional.